Gostaria que inventassem um cérebro extra para informações inúteis.
Explico: não vou usar física para nada na minha vida, porém sou obrigada a aprender. Se eu não souber fazer pelo menos uma conta de velocidade média, não vou passar no vestibular. Então, para os vestibulandos desesperados como eu, existiria o cérebro biônico, onde seriam armazenadas as fórmulas de físicas, a tabela periódica e os nomes esquisitos de biologia.
Mas não serviria só para isso! Workaholics o usariam para transferir o conhecimento de trabalhos chatos e mães colocariam nele receitas de bolos.
Com o tempo, surgiria o mini-cérebro para levar na bolsa, o cérebro colorido para os fashions, o cérebros falantes e, quem sabe, um cérebro com celular, mp4 e memória estendida. Começariam a surgir nos camelos os cérebros made in China, que armazenam só três informações por vez.
Vai dizer que não seria divertido...

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