Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas baladas, nos bares, levanta os braços, sorri e dispara: “eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também...”. No entanto, passado o efeito do álcool e dos beijos descompromissados, as pessoas da geração ‘tribalista’ se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.
A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu. Infelizmente, não dá para ficar somente com a cereja do bolo: beijar, namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja é preciso
comer o bolo todo, e nele os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte. Não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa. Não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.
Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele. É telefonar só para dizer bom dia. Ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas. Ter alguém para fazer e

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