terça-feira, julho 17, 2012

Exposição de Gatos de Raça

Só para registar o momento da 137ª exposição de gatos de raça que ocorrou dia 08/07/12.
Eu deveria registar mais meus momentos aqui.
São tão especiais e gostoso de ficar recordando...








quinta-feira, julho 05, 2012

10 coisas que levei anos para aprender

1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.
2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.
7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".
8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.
 

segunda-feira, maio 14, 2012

Quem disse que somos obrigados a escolher uma única opção?

Outro dia, saindo do cinema, ouvi a conversa de duas meninas. Uma estava suspirando pelo filme, uma comédia romântica, e a outra saiu com uma cara mega critica, sabe como é, né? Essa menina da cara mega critica começou a reclamar que aquelas duas horas de filme não tinham acrescentado nada à vida dela. “Só gosto de filme cabeça”, disse. A amiga suspirante ficou toda bravinha e começou a discutir sobre como filme cabeça é chato e como comédia romântica é mais legal. “Quando vou ao cinema, não quero pensar. Quero me divertir!”. Nisso, a amiga critica respondeu... Bom, na verdade, não sei o que a amiga respondeu porque segui meu caminho... Eu não ia ficar ouvindo as duas para sempre.
O caso é que fiquei pensando: por que a gente tem essa mania de criar rivalidade entre as coisas? Pode reparar, é como se a gente ficasse se forçando a tomar partido. Você ouve rock ou sertanejo? Prefere campo ou praia? Loiro ou moreno? Carne vermelha ou peixe? Suco ou refrigerante? Parece que o tempo todo nós temos que marcar um “x” nas opções.
Uma vez, no colégio ainda, me perguntaram se eu era do time das que preferiam matemática ou português. Eu tinha uns sete anos. Quando você tem sete anos e perguntam uma coisa dessas, você se sente meio encurralada. A pessoa tinha colocado um “ou” na pergunta, o que deixa claro que você só poderia escolher uma opção. Pensei e respondi que era português. Sem querer fazer drama sobre a minha vida colegial nem nada, eu passei anos conformada ao meu destino de ser boa em português e ruim em matemática. E não precisava ser assim! Anos depois é que vi que tinha gente boa nas duas coisas, que eu poderia gostar de matemática e continuar gostando de português. Na verdade, eu odeio matemática até hoje.
Voltando ao filme, toda vez que alguém pergunta de que tipo de filme eu gosto, fico tentada a responder baseada nos últimos que eu vi, mas a verdade é que meus filmes preferidos variam de acordo com minha época da vida. Aliás, variam em um mesmo final de semana. Mas mesmo que eu sempre amasse os mesmos tipos de filmes, por que teria que criar uma rixa entre esse tipo de filme que amo e os outros? Por que defender um e detonar o outro, como se estivesse escolhendo um candidato para votar?
Uma das coisas que acho mais legais na arte é a diversidade. É incrível ter acesso a tantos tipos de músicas, livros, etc. Essa variedade atende não só pessoas diferentes, como a mesma pessoa em diferentes momentos. Para que abrir mão disso? Fico pensando se essas pessoas que defendem ardorosamente um tipo de coisa gostariam que a outra opção sumisse do mundo só porque elas não gostam. Você, eu não sei, mas eu acho que isso seria um empobrecimento desnecessário da arte. Tirando o funk, que não tem cultura nenhuma para acrescentar, ok?
Da mesma forma, acho que escolher categoricamente entre loiro/moreno, matemática/português seja um empobrecimento da vida. A gente muda, nossos gostos variam e nossas idéias, felizmente, não são fixas.

sexta-feira, abril 06, 2012

PROCURA DIREITO QUE ACHA - Crônica de Páscoa

Desde pequeno fui um menino desconfiado. Uma daquelas crianças que questiona por onde o velho Noel entra em casa, se no apartamento não tem chaminé. Ou por outra, como é que ele consegue atender aos pedidos de todas as crianças do mundo, andando naquele trenó de segunda, puxado por velhas e pachorrentas renas. Em compensação, lá em casa todos já desconfiavam da precoce consciência social do garoto, pois eu não simpatizava com a idéia de que algumas crianças pobres fossem ficar a ver navios em vez de bolas, carrinhos e bambolês. Para mim aquele senhor de barbas brancas tinha pinta de elitista. Enfim, logo descobri a farsa, ficando acordado até mais tarde e checando o que já desconfiava, ou seja, que o papai Noel era o lá de casa. Pior, no meu caso, era mamãe Noel mesmo.Hoje vejo o bom velhinho com ares de pedófilo (ele, não eu). Por isso, não deixo meus filhos sentarem no colo dele para tirar fotografia. Era só o que faltava.Assim também foi com o bicho-papão, que cedo concluí tratar-se de chantagem ficcional de adultos sem imaginação. Coisa de tarado. Se bem que eu morria de medo de uma boneca de olhos esbugalhados que minha irmã guardava no armário dela.
Isso tudo para lembrar que uma história dessas mal contadas eu engolia sem problemas. Era na época da Páscoa, quando procurava pelos ovos espalhados e escondidos pela casa. Nunca questionava como o coelhinho conseguira entrar lá em casa, se ele também dera chocolate para as crianças pobres, logo, o que me interessava de verdade era achar as delícias e me empanturrar. Naquele tempo não tinha problemas de engordar nem de colesterol.
Talvez em razão disso, sempre tive atração por coelhos. Seja com molhos de maçã e batatas cozidas, ou no vinho à moda francesa. Sem contar que Coelho costuma dar sorte. Haja visto nosso badalado internacional Paulo, que vende livro até no Irã. Jamais entenderei esse mistério. Deve ser coisa de coelhos e cartolas.Porém nunca tive nenhum pé de coelho. A explicação pode ser simples e tem sua lógica. Se aquele coelho tivesse sorte não teria perdido a pata. Resumindo, acho que a Páscoa está em mim como um toque batismal. Não seria à toa meu sobrenome de Paschoal. Uma época que me traz boas recordações. Um tempo no qual todos podem recordar um pouco da pureza dos sentimentos e da gula sem pecado.Io no creyo en los conejos pero qui los hay, hay.. É só procurar direitinho. Feliz Páscoa.




















by Marcio Paschoal

domingo, abril 01, 2012

O que é ser "NOIVA"

Sonhar com o vestido de noiva o tempo todo.
Falar de casamento até cansar e cansar!
Se emocionar de verdade ao ouvir a marcha nupcial e outras músicas de casamento.
Aguentar conselhos inúteis “não faz isso, você é muito nova”, “pra que gastar dinheiro em festa se depois separa”, “não faz festa porque enche a barriga dos outros e eles saem falando mal” e bla bla bla…
Aguentar sessão palpites de várias pessoas.
Deixar de ganhar presente pra você e só ganhar coisas pro enxoval.
Reclamar dessa loucura toda que são os preparativos, mas ficar triste no dia que não tem nada pra decidir.
Ficar pensando que ainda está tão longe para a data tão esperada.
Ter 1000 idéias mirabolantes para seu casamento ser diferente.
Se estressar ao montar a lista de convidados e sempre o número de pessoas cresce e ultrapassa o valor já fechado no buffet.
Aprender a dar sorrisinho amarelo a todas pessoas que se convidam para ir no casamento quando obviamente não serão convidadas.
Ter crises de choro achando que não conseguirá bancar tudo.
Ter ataques de felicidades a cada nova conquista.
Ficar íntima de Mozart, Vivaldi, Bach.
Ter que parar de gastar com coisinhas para guardar dinheiro para outras coisas mais importantes.
É fechar a boca para o vestido poder fechar.
Ter pesadelos horríveis com coisas absurdas sobre o casamento!!! Muitos pesadelos, muitos!
É querer que as pessoas mais queridas participem dos preparativos.
Morrer de medo que alguma coisa dê errado.
Ler milhões de revistas sobre casamentos, milhões de vezes!
Ficar feliz quando é convidada para casamentos só para prestar atenção nos detalhes.
Ficar indecisa com tantas opções de tudo e insegura quando vai contratar algum serviço.
Ter o maior orgulho em se referir ao seu amor como NOIVO.
Conhecer um montão de gente que você nunca tinha visto na vida e saber que eles estão com a realização do seu sonho nas mãos.
Ficar feito boba olhando para sua aliança na mão direita.
Ficar ansiosa e contar os meses, dias, minutos e segundos para o GRANDE DIA!
Pensar em cada detalhe da festa, da casa, da cerimônia, lua de mel.
Chorar em casamentos de desconhecidos.
Ter crises de choro e estresse e entrar na famosa TPC (Tensão pré-casamento).
Achar o máximo fazer prova do vestido mesmo quando só existe um pano branco sem nada ainda.
Provar doces, bolo, comida e ficar enjoada de tanta coisa gostosa…

Parabéns aos mais recem-casados! Que tudo se realize na vida de vocês!
Vou sentir falta de alguem dormindo do meu lado todos os dias =/
hahahaha
AMO VOCÊS!

 
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