Ninguém sabe dizer muito bem o que ele é, mas mesmo assim criamos hipóteses, damos conselhos, inventamos regras sobre ele em todo lugar: nas músicas, nos filmes, nas caixas de cereais (pois é! Juro que já vi uma coisa mais ou menos “dicas para se dar bem numa relação amorosa” em um caixa de cereal). Até ai tudo bem. Ninguém sabe muito sobre Deus e é super legal conversar sobre isso. Mas acaba saindo teorias que são, no mínimo, bem questionáveis.
Uma das que eu acho mais curiosas é aquela que fala “o amor só acontece uma vez na vida”. Acho lindo, mas conheço quem teve um amor e quem teve dez. Claro, sempre tem gente que teve dez e vem com a frase “ah, mas é que só esse décimo é amor de verdade”. Totalmente desnecessário. O amor de verdade é aquele que a gente está sentido...
Aliás, esse negócio de medir/pensar/calcular o amor também é chato. Não sei o que amor é, mas sei que não se mede ou se calcula como, por exemplo, a altura e área de um triângulo. Que seja, acho ruim qualquer teoria que compare o amor à área do triângulo. Por isso não sei qual é o ponto de falar coisas como “Eu amava mais o B a o C”, ou tipo “Eu amo mais o C a você ama o D”. Sem comentários.
Outra coisa que costumam dizer sobre o amor é que ele é diferente da paixão. Que paixão é uma coisa louca, passageira e insana. E o amor é calmo, duradouro e morninho. Nada contra fazer essa distinção, usando uma palavra para uma coisa e outra para outra coisa da mesma forma que a gente se refere ao purê quando a batata está amassada, e só batata quando ela está inteira. Ok... Péssimo exemplo.
Uma das que eu acho mais curiosas é aquela que fala “o amor só acontece uma vez na vida”. Acho lindo, mas conheço quem teve um amor e quem teve dez. Claro, sempre tem gente que teve dez e vem com a frase “ah, mas é que só esse décimo é amor de verdade”. Totalmente desnecessário. O amor de verdade é aquele que a gente está sentido...
Aliás, esse negócio de medir/pensar/calcular o amor também é chato. Não sei o que amor é, mas sei que não se mede ou se calcula como, por exemplo, a altura e área de um triângulo. Que seja, acho ruim qualquer teoria que compare o amor à área do triângulo. Por isso não sei qual é o ponto de falar coisas como “Eu amava mais o B a o C”, ou tipo “Eu amo mais o C a você ama o D”. Sem comentários.
Outra coisa que costumam dizer sobre o amor é que ele é diferente da paixão. Que paixão é uma coisa louca, passageira e insana. E o amor é calmo, duradouro e morninho. Nada contra fazer essa distinção, usando uma palavra para uma coisa e outra para outra coisa da mesma forma que a gente se refere ao purê quando a batata está amassada, e só batata quando ela está inteira. Ok... Péssimo exemplo.
O que eu acho chato é quando vejo pessoas praticamente brigando para ver quem está certo. Ou pior ainda é quando começam com as regrinhas: “Não, você não entendeu! Amor é isso e isso, paixão é só aquilo”. Cada um usa as palavras do jeito que quiser, só você mesmo sabe o que se passa dentro de você para tentar decifrar o que está sentindo. Da mesma forma, não curto quando alguém vem com esse papo de que amor que é amor dura pra sempre. Entendo que a pessoa que fala isso considere que só vai ter amado quando tiver sido para sempre (e seria coerente se ela só dissesse “eu te amo” só no final da vida, com uns 90 anos, né?), mas falar que todo o resto do mundo tem que obedecer a essa regra já é demais! Não é porque o chocolate acabou que ele deixa de ser chocolate. Ninguém sabe direito o que é o amor, mas todo mundo já amou, ou vai amar um dia.
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1 Comentários:
que lindo Rafa.. concordo com td que está escrito ai.. ngm pode dizer como o amor é, pq cada um sente o amor conforme a sua intensidade.. ou seja, só nós vamos saber um dia como e o que é amor de verdade. ngm nunca nos falará como ele é ^^
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